sábado, 25 de julho de 2009

Primeiro Dia

Para começar, aperto entre a multidão do trem, paciência, provavelmente estavam todos atrasados para trabalhar. Rodoviária, bilheteria, duas horas dentro de um ônibus. Descemos enfim em Tatuí, risos e bate papo com o taxista espertinho que queria cobrar mais.
Olhar sincero rodeado de rugas e muita experiência. Comida boa, suco natural e centenas de histórias para contar. Depois da sobremesa, todos chegamos a uma conclusão: voltaremos mais pesados, e com prazer!

Por: Bia Mendes

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A tal esperada..

Viajem, com muitas dificuldades, até pra escrever isso, imagina para viajar. Não marcamos de última hora, foi tudo programado, com várias dificuldades, junto. Uma amiga que na última hora, ficou sem grana, a maquina fotográfica mio, mas tem de celular, enfim, tudo no improviso. Mas ainda bem, embarcamos amanhã na Barra Funda 24/07, todos ansiosos. Primeiríssima viajem juntos. Vamos ficar o resto das férias no sitio da vovó Célia. Voltaremos dia 03/08, por isso ficaremos sem atualizações essa semana, voltaremos com boas. Uma beijoca!

Por: Natália Barbosa e Beatriz Mendes
Foto: Natália Barbosa

sábado, 18 de julho de 2009

Uma simples descoberta.

Nossa inocência é tanta, em todos os sentidos. Como uma criança que não lembra nada de quando era bebezinho e não sabem nada do futuro, iguais a nós todos. Mini-ser, atrás de um carinho, uma compreensão, umas coisas "diferentes" como dormir de tênis, coisinhas bobas.Sem pedir nada mais em troca, um ombro pra chorar,pessoas para brincar, ir a um parque, andar de bike, sem muitos questionamentos. E quando nos damos conta não é difícil, como uma criança que vai descobrindo as coisas, como uma simples pincelada de tinta na mão, é um carimbo. Temos que arriscar pra saber no que vai dar. E tem uma coisa maior de todas, que nos impedi isso, o pensamento, tanto negativo quanto o positivo, que nos traz uma esperança que enche nosso coração ou o desanima de vez. É quando deixamos de acreditar em coisinhas “bobas” que toda criança adora. Será que ficamos mais frios? Ou é coisa da idade?.

Por: Natália Barbosa
Foto: Natália Barbosa

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Sem áudio, sem você.

Sem música, um tédio total, sem nada no PC. A televisão ligada, mas não escuto o grande som, você me chamando. Ops! To sem driver de som, hahahaha. O barulhinho da ventoinha e das teclas do teclado é literalmente minha musica, juntando com a TV. Os sons são “visuais”. A Lua, não emite nenhum som, mas não faz falta, pois sua beleza é inexplicável, como você meu amor, adoraria ficar ti olhando e olhando, sem som nenhum. E a nossa trilha sonora? Onde fica? Aqui, na minha “caixinha”, onde registrei todos os nossos momentos, com som sem som. Mas com você. E olhando a lua, lembro de você.

Por: Natália Barbosa
Foto: Arquivo de internet (autor desconhecido)

quarta-feira, 1 de julho de 2009

A alegria

Eu não sei definir a alegria com alguma grande precisão. Ela é relativa, vária, cada um tem a sua. A variedade das crianças acredito ser a maior: num pega pega simplisinho, no balanço quebrado, no bonequinho brilhante da vitrine enfeitada. Existem inúmeras formas.
Adultos são mais difíceis, vão criando gostos e limitações, ficam chatos, mal humorados, é só querem sempre aqueles mesmos objetos, aqueles mesmos lugares. Além disso na bolha deles não existem brincadeiras, a não ser as que são feitas com muito algodão.
Os adultos contam com as ideias pré fabricadas e uma vida molde. As crianças são diferentes, procuram inovar as coisas, usam a imaginação e nem precisam de tantos efeitos sonoros.
Eu me sinto alegre quando tudo está em paz, mas o difícil é que o mundo nunca está em paz. Tudo bem, tudo bem. Até que o zumbido moderno me enxe a cabeça de abobrinha novamente.
Apesar desse ambiente todo, das coisas 'maduras' e de perceber que perdi a um tempo minha alegria de criança, ainda dá pra divertir, com a ajuda de salas com boa acústica, tela grande e pequenos diretores.

Por: Bia Mendes