quarta-feira, 29 de abril de 2009

Quarto de tinta.

Hahahaha, tudo começou com uma vontade de mudar o ambiente, minha mãe propôs a idéia de pintarmos o quarto, a principio, adorei!. Adoro inovar, mas comecei a pensar no trabalho, sair pra comprar as coisas, tirar as coisas do quarto, cobrir ..aah, a casa vai ficar uma bagunça, pensei.Começamos, pronto já fiquei com a cara emburrada, fomos comprar as coisas, voltamos estava á noite já, tiramos muita coisa do quarto, deixamos apenas a cama.E ai vem a escolha da cor da parede, minha mãe queria vermelho com textura, eu também (acho muito lindo), mas daí ela diz “ Nati, se colorirmos de vermelho, não vai combinar com nada”.Pronto! Daí eu disse “cor então”? Ela responde, a ‘pior coisa do mundo’ “AZUL”. Pensei caramba eu não sou muito fã de azul, a parede da casa do meu tiú é azul..tudo azul? Relevei, no dia seguinte, HOJE 29/04, chamei a galera toda pra pintar o quarto. Pessoal chegou. Pessoal? Pois é só veio a Bia e o Kurt, duas pessoinhas, mais o pessoal de casa, mas eles ajudaram e muito, pintamos rapidinho, a melhor parte foi nos pintar hahahaha, muito bom, ouvimos musicas bem antigas mesmo, com o som mega alto, eles chegaram às 13h33min e saíram as 18h00min. E por fim, aqui estou com a parede azul, bem ao meu lado, ficou LINDO. Mudei de idéia completamente.

PS: Valeu a galera que ajudou a pintar o quarto.


Por: Natália Barbosa

terça-feira, 28 de abril de 2009

Conteúdo sem titulo II

Ouvindo Bee Gees, e pensando no amanhã ...pelo MSN marco um mega café da manhã especialíssimo, com uma pessoa querida, as 10:30, ainda peço que me ligue a hora em que acordar, para eu não perder o horário. Namorado? Familiar? Não. Uma amiga que mora atrás da minha casa, e você pode pensar UAU, que bobagem, mas é nas coisas simples, que podemos ver quem são as pessoas especiais, além de familiares e etc.

Por: Natália Barbosa

A TV.

Minha TV hoje foi a cafeteira. Fiquei vendo a água subir e passar por um papel com chá. Ué, eu disse cafeteira, certo? Sim, cafeteira, mas eu também a uso para fazer chás. E é incrível o resultado final, o liquido 'pretinho' para beber!

Por: Natália Barbosa

Amor

O amor vem nas piores horas e vai sem avisar. As pessoas erradas, momentos errados, pensamentos errados. Tudo é sempre precipitado, pequeno. Grande. O amor.

Por: Bia Mendes

O Coração

No tédio da aula, depois de responder todas as questões. Me curvo e coloco o ouvido sobre o caderno que está em cima da mesa. Começo a bater com a ponta do dedo e a ouvir a minha respiração, 'parece um coração’, batendo. E quando vamos ao médico ele faz o mesmo com um aparelho, sobre o nosso peito, ouvindo o nosso coração. TUMTUMTUMTUM.

Por: Natália Barbosa

Saudade

Saudade, o que significa essa palavra? No Wikipédia diz: A palavra vem do latim "solitas, solitatis" (solidão), na forma arcaica de "soedade, soidade e suidade" e sob influência de "saúde" e "saudar". Então, é a ausência de alguem ou algo que gostamos saudar ou estar em contato, certo?.Mas no meu caso, é uma saudade diferente... será saudade? Ou só falta algo? Sim, mas é ausencia de uma pessoa. É como se fosse uma saudade/falta, como se faltasse algo, alguma coisa. Além disso, a saudade é um privilégio de nós brasileiros, portugueses, angolanos, lusófonos! As outras línguas não oferecem esse sentimento resumido em uma palavra só. E por fim usamos tanto essa palavra, todos sabem o que significa? Afinal é facil, é uma coisa que ‘flui’, e não ‘aprendemos’.

Por: Natália Barbosa

Volta, vai e volta.

Chego em casa após o show de Slim Rimografia no dia 17/04/09 e já são uma e pouca da madruga, minhas coisas já estão prontas, o carro já está fora da garagem, minha mãe já fechou a casa, e vai me falando que vamos para a casa da minha avó.Mas eu não fiz ‘minhas coisas’ ainda, acabei de chegar. Ligo o computador coloco todas as fotos que fiz no show pro PC, ai sim, ‘tô pronta’. Entramos no carro, eu, minha mãe, meu tio, sua esposa, seu filho, e mais dois primos. Xii temos uma pessoa a mais, no banco de trás, havia quatro pessoas contando comigo, mesmo assim seguimos. Na estrada escura, as crianças dormem rapidinho, escuto musica no meu MP4, já meu tio e minha mãe falam demais, sua esposa somente olha o caminho, quieta. Começo a pensar em tudo, falo comigo mesmo, sobre vários assuntos “Quando eu chegar na minha avó, vou cair na cama”, pensei. Chegada triunfal, foi assim, desse jeitinho à ‘Francesa’. Já está no dia da volta, começo a pensar que roupa eu ponho, será que vai estar frio? Calor? Tomei meu banho coloquei uma camiseta e uma saia, peguei blusa. Despedi-me da minha avó e entrei no carro, temos uma pessoa a mais novamente. Meu MP4 descarregou, não da pra ler, ta de noite, minha mãe novamente conversa com meu tio, as crianças dormem, a esposa do meu tio também conversa e eu sim, olho o caminho quieta, só faço alguns comentários, novamente começa meus pensamentos, falar comigo mesma. ”Chegar em casa vou ver meus email, falar com amigos”. Meus pensamentos vão longe, só penso em ‘alguém’. Chegando na esquina de casa, fico agoniada, quero sair logo do carro. Ufa! Sai!

Por: Natália Barbosa

Conteúdo sem título I


Hoje passei duas horas do meu dia dentro de um ônibus, porque fui ao centro da cidade com uma amiga. Na hora de voltar, decidi ouvir música e quando fui sentar escolhi um banco de costas para o motorista, uma ótima escolha. Porque não era eu que deixava o caminho para trás, era ele que me deixava. Eu estava parada, ele corria solto. E vi tantas coisas. Uma senhorinha simpática, um homem preocupado, uma nuvem em formato de coelho e um casal de mãos dadas. Quantos outros milhares de pessoas no mundo estariam de mãos dadas naquele momento? E vendo TV? E preparando o almoço? Indo viajar? Acabando de acordar? No escritório? No telefone? No Messenger? Enfim...
Eu continuava parada, minha amiga não. Chegamos a um bairro-mercado aqui da zona sul de SP. Lá, está todo mundo no mesmo espaço: calçadas pequenas viram a casa dos camelôs, que por sua vez disputam com os pedestres-clientes. Pelo menos três vendedores me ofereceram calçados, cheguei a pensar que os meus estavam velhos, mas me enganei. Eles é que queriam meu dinheiro! Deu a hora de voltar para casa, seria mais 30 minutos dentro de ônibus, desta vez eu deixava o caminho para trás. Agora as pessoas já estariam jantando, voltando do trabalho, e, finalmente, chegando em casa.


Por: Bia Mendes

Quem é artista?


Visitando um museu, fui vendo obras de arte, caríssimas! Tentei entender alguma coisa nos rabiscos do Picasso, mas não senti nada, nada mesmo. Ignorância, talvez. Saí de lá estressada, que tal de arte é essa? Como sou pobre! Quem tem grana sabe admirar a ‘arte’?. Atravessei a rua, fiquei meia hora no ponto, e quando o ônibus chegou quase o perdi, tava muito lotado.
Desci já perto de casa e ouvi uma música leve, longe. Eu, nada curiosa, comecei a seguir o som, e me deparei com um senhor banguela, sentado na rua, tocando cavaquinho. Parei feito boba, observando-o, ele era muito bom! A música foi entrando, entrando, entrando em mim e quando me dei conta, voltei à Terra, e já estava lá há um bom tempo.
Voltei a andar e me senti um pouco melhor: eu sei entender arte, eu sei sentir arte. Aquilo é arte! E o senhor, banguela, um artista!.


Por: Bia Mendes

Um sábado ai.

Hoje foi mais um. Jornalismo, pensar, inglês, pensar. O caminho pareceu oportuno. Tinha continuação. Comecei a perceber as pessoas na rua, andando. Cada um tem sua vida, personalidade, história (há poucos dias descobri que o jeito de andar também é único). Passa carro, ônibus, caminhão. Dentro deles mais uma vida. As calçadas estavam lotadas, os pontos cheios, e vai saber pra onde cada um estava indo! Vi uma senhora chupando sorvete, e ao fundo outra senhora, só que esta tentava dormir, no chão. Mais alguém, mais alguém. Passa, passo. A vida passa. Onde vamos parar?

Por: Bia Mendes

Ligação


Ouço gotas ricocheteando no telhado. Na TV passa alguma ação do Will Smith. Eu gostaria de ler agora, mas não lembro onde deixei meu livro. Resolvi arranhar uns acordes no violão, nenhuma música em especial. Faço isso só para preencher as horas.
ARMA! Acabei de ver de relance na tela, brilhando. Havia até me esquecido que o filme é americano. Mas isso não significa nada, afinal as obras brasileiras mostram a mesma coisa.
Claro que não são nem de longe parecidas, ou são?
Os americanos mostram assassinos da elite, os brasileiros mostram pessoas pobres que não têm outra opção senão matar. Os americanos mostram homens inteligentíssimos, em carros inacessíveis e ternos de grife, que procuram viver bem. Os brasileiros mostram garotos de chinelo e touca na cabeça, tentando sobreviver.
Cheguei à conclusão de que as duas indústrias cinematográficas são iguais. Ambas retratam o crime.
“Talvez” foi o que pensei “O restante das diferenças existem porque o dólar vale mais.”


Por: Bia Mendes