quinta-feira, 25 de junho de 2009

Brasil 1X0 África do Sul

Ninguém fez gol até o momento, estamos no 2° tempo e nada, a aflição toma conta de nós ( minha mãe, eu e milhares de brasileiros), os gritos mais a voz do Galvão Bueno dominam ambiente, o traje nada mais nada menos que cobertores. Cadê goooooooooool? nesse jogo histórico tá difícil, ninguém balançou a rede ainda. A África ta marcando muito bem. Aos 36:34 do 2° tempo houve uma troca de jogadores, sai André Santos e entra Daniel Alves. Aos 41:00 juiz marca uma falta favorecendo o Brasil. Daniel Alvez vai pra cobrança.Goooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooool, por ele que acaba de entrar no jogo. Agora não podemos deixar o adversário marcar. Brasil fica cada vez mais próximo da final, e nós (torcedores), estamos contando os segundos. O Juiz apita, acabou o jogo.Eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeh!

Por: Natália Barbosa
Foto: Natália Barbosa

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Ôh! Belo começo de semana.

Rãn! Já está na hora de ir pra escola e “não fiz nada”, meu dia hoje foi péssimo. Segunda-feira é um saco. Acordei as 11h00min, ouvi uma música na cama mesmo (Pato Fu), levantei fui até o banheiro, arrumei minha cama. Procurando algo pra fazer, fui dar uma ajeitadinha na casa, acabei. Ótimo, ou melhor, dizendo, péssimo. Inventei de fazer um bolo (risos), coloquei roupa na máquina, queria minha vida a todo vapor. Um amigo me liga e diz “vamos sair comigo?” topei na mesma hora. Sem pensar que meu bilhete único está sem crédito, retornei a ligação e disse que tinha que carregar o bilhete. Até ai tudo bem. Ele disse que passaria aqui às 14h40min, tava esperando e esperando. Disse fuuui, a minha mãe. Passamos na escola, pois ele teria que pegar uma declaração, a secretaria estava fechada. Seguimos para a banca, para carregarmos os bilhetes. Puuuutz, eu disse. Olhei revirei, quase tirei tudo de dentro da minha imensa bolsa. Não acho meu bilhete. Ele disse “não é pra nós irmos”. Pensei ai que saco, nada da certo. Voltando pra casa, encontrei uma “barraquinha” de churros, deu uma vontade, comemos, fomos à farmácia. Eu no caminho disse “agora chegando em casa, vou fritar meu franguinho e comer”. Minha mãe fez macarrão com ele no molho. Enfim, terminei a tarde lendo um livro e fazendo esse texto.

Por: Natália Barbosa
Foto: Natália Barbosa

sábado, 20 de junho de 2009

A gente tem que se virar...

Vida de pobre é difícil. Qual paulistano sem recurso nunca pegou um coletivo lotado, suado, apressado e todos os 'ados' de ruim?
Hoje foi assim. Saí apressada do cursinho, comendo umas bolachas que levei e tomando suco de caju. Corri pro ponto, quase sendo atropelada, e dei sinal. O canalha do motorista nem sequer parou, olhei pro lado, havia um senhor no ponto também. Ai surgiram as típicas conversas de ponto...
-Nossa, tá um friozinho né?
-Sim, desde manhãzinha.
-Aquele tava lotado demais né?
-Também, melhor ele não ter parado mesmo, era capaz da gente ir na porta. Daqui a pouco passa outro.
Achei graça, disfarcei e guardei as bolachas na bolsa. Bilhete único na mão, dei sinal, subi no bus.
O pior nunca é ficar em pé, é aquela bendita, minha mochila que eu carinhosamente chamo de Compartimento de Carga.
Olhei direito, o ônibus tava lotado demais e minhas costas começavam a ceder. Aquelas pessoas sentadas, com as pernas jogadas de qualquer jeito. Senti inveja.
Pensei, pensei, tinha de dar um jeito. Resolvi me apertar lá pro corredor, onde tinha muita gente.
Um passo "desculpa", outro"foi sem querer senhora, já passo". Parei onde tinha mais gente. Minha mochila continha apenas dois cadernos e quatro apostilas, minha camiseta reserva, o estojo e o Dan Brown que tô lendo nas horas vagas. Minhas costas já haviam arrebentado.
No meio daquele bando de gente, como quem não quer nada, tirei a coitada da mochila nas costas. (Música de missão impossivel de fundo) Calculei melimetricamente minha próxima manobra, passei a mochila a frente do corpo, conseguindo atingir um bom número de pessoas. Na cabeça de um, perna do outro "ops, desculpa", será que o plano daria certo?
Um minuto depois, um nordestino nobre olhou bem fundo nos meus olhos, minhas costas doendo e eu quase metendo a mochila na cara do coitado. Senti a emoção aumentar, quando o homem abriu a boca e eu ouvi sua voz:
-Quer que eu leve?



Por: Bia Mendes

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Enquanto...

Enquanto muita coisa acontece, escola, sair com amigos, estudar, eu ti espero, meu coração,Run! não consigo mais enquadrar, os dias vão se acabando de forma doida e você vai chegando. E a cada minuto tenho mais esperança, penso mais, sinto você mais perto. Mas não vou ficar muito esperançosa não sei o dia de amanhã, como dizem: Não sofra antes do tempo. E é isso, deixa acontecer o que tiver de acontecer, se for pra eu ti ver de novo, vai ser maravilhoso. Só to esperando isso... Um mega abraço seu.

Por: Natália Barbosa
Ilustração: Natália Barbosa

domingo, 14 de junho de 2009

Resolução!

Errrrrrrrrrg. Novamente, você não sai da minha mente, sem você eu fico até sem expressão “O motivo nem sempre é importante. Só quero ver o céu contigo”. Mas e você cadê? Me evita? Que saco! To impaciente já, a vida é assim ..mas “para cada pergunta existe uma resposta mas para uma resposta existe varias perguntas”. Uma coisa tão simples. Um sorriso que ficou gravado na minha memória. Voltam-me as perguntas, é difícil? Por quê? Novamente, que saco! ..No fim você é só um ser onde me encontrei, ou melhor, você que não deixa eu me encontrar. Por quê? E como sempre,onde se encontra minha resposta? Em você.

Por: Natália Barbosa

Ilustração: Natália Barbosa

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Poxa, eu acordei!

Fechei os olhos, fugi de tudo e comecei a andar por ai.
Olhei para cima, lá estava a lua, e eu inocente,
Ia tentar subir.
Um impulso, nada, outro nada,
no terceiro, consegui!
Ora pois, eu voando de repente,
não vou contar para essa gente
posso não consiguir novamente
e até mesmo acabar por cair!

Em minutos ia eu só
e vi as coisas de perto
Cheguei lá tão facinho
que de tão bonitinho
parecia até secreto!

O espaço vazio está
Todos dormem, vou dormir
Sinto frio, mas vou tentar
Não sei como, a lua quente!
Talvez seja um presente
E eu deva mesmo aproximar.

Chegar lá perto tentar vou eu,
mas com medo muito estou
Vai que tenha algum segredo
que pra mim ninguém contou?

Vou chegar bem devagar,
Pra ninguém eu acordar
Quieta, com cuidado
Vou ficar lado a lado
A lua vai me esquentar.

Ui, cheguei
mais perto
Sem querer bati o pé
Poxa, acho que acordei
Já tá na hora do café.

Por: Bia Mendes

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Lere-Estudantil

Lereeee, leree, é vida de estudante não é fácil. De segunda a sexta tem escola e cursos, no fim de semana tem também, o bom por um lado é que a escola é a noite, da pra fazer várias coisas o dia todinho, mas na sexta é um “saco”, se quiser pegar um cine sem chance tem que ser na quarta( mais barato), e ao meio-dia. Descansar? Só domingão e olhe lá. É mãe, tio, tia... Família em peso pega no pé, pergunta sempre: - E como vão os estudos? Esses dias não aguentei na sala de aula, uma bagunça, não dava pra ouvir professor, por isso agora me inscrevi no ETEC, vou prestar o vestibulinho e ver se consigo passar, pois quero mudar de escola. Já decide. Estudo é isso ai.



Por: Natália Barbosa
Foto: Natália Barbosa

terça-feira, 9 de junho de 2009

Cabeça-quebra

As 02h15min a minha direita dois amigos montando um quebra-cabeça. Ops! Cabeça-quebra, afinal você quebra a cabeça. Ainda rola vários papos sobre o “desenho” do “Mickey e Pluto”. Haaaa, minha pergunta foi... Quando surgiu? Ai vamos a pesquisa, a história diz que foi no séculoXVIII ,por um cartógrafo. O que mais me chama atenção são as marcas “linhas” que ficam marcadas entre as peças. Somos que nem as peças, todas se encaixam, mas não são iguais, uma sociedade diferente, “que se entendi”. E quando sentimos que falta peça, falta alguém na nossa sociedade.

Por: Natália Barbosa
Foto: Natália Barbosa

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Baque, é fogo...

Notícias catastróficas, cansei. Na primeira página do portal de uma grande emissora aqui do Brasil, vi num só minuto, repetida mais de sete vezes, a palavra morte: morto, morre, morreu. Cansei.
Por que é que coisas ruins chamam mais atenção? Por que falar sobre grandes êxitos apenas são interessantes quando envolvem as "Xuxas"?
Penso que pela natureza humana, a curiosidade, a necessidade da dificuldade. Quem é que se contenta em ser feliz e não procura algo com o que se preocupar? Simplesmente ninguém.
Talvez por este motivo, eu prefiro continuar como pessoa desatualizada, do que por dentro do que 'acontece' no mundo. Eu não acredito que a única coisa que se passa, no globo todo, na vida de tanta gente, seja morte. Infelizmente há inúmeros incidentes, inúmeros problemas, irregularidades, dificuldades, roubos, tinta, máscara. Sim, elas existem. Mas não será possível, que não haja nada, mas nada mesmo de importante e positivo, todos os dias, todos os dias.
Sou brasileira, paulistana, não morri.


Por: Bia Mendes
Foto: Natália Barbosa

terça-feira, 26 de maio de 2009

Existe

Há um muro em pleno ar
Um suspiro do vento, passante

Grita.
Depois,
nada.

Não consigo encarar
Cada tijolo, cada centímetro

Não posso vê-los
Não posso senti-los.

E se me perguntarem, ué

Estou bem certa, e sinto!

O vento, o muro, o nada,

Minto.



Por: Bia Mendes

domingo, 24 de maio de 2009

Antes do término da reunião.

Na incomoda posição da cadeira de uma sala, olhando uma mesa vazia com uma bolsa vermelha em cima, duas mulheres a minha direita e um rádio a esquerda, com uma musica calma. Um lugar nada familiar pra mim. O telefone e o rádio “comandam o ambiente”, quando falamos de som. Enfim... Estou em uma empresa de pesquisa de mercado, esperando minha mãe, de uma chata reunião.

Por: Natália Barbosa
Foto: Natália Barbosa (reflexo de uma das salas da empresa)

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Sentido

Toco-te com intensidade
Tão linda, tão doce, tão longe.

Ah, como a lua é
demasiadamente
branca!
Aparentemente, mutante, mesma.

Engana a todos os olhares,
E me engana também, me engano.


Olho-te abobada todas as noites
E guardo em mim

Para poder olhar depois.



Por: Bia Mendes

terça-feira, 19 de maio de 2009

Engano

Eu, hoje de tarde, fui gastar o meu ganhado
Já não tinha outra opção senão entrar naquele mercado
Povo chato, insistente, 'tudo eles mal informado
Ninguém contou, imaginei, mas todo pobre está errado
Então eu, que pobre sou, acabei deixando de lado
Avisei, mesmo briguei! Ora vá,carne de porco?
Não quero o tal do resfriado.


Por: Bia Mendes

domingo, 17 de maio de 2009

Faltazinha que tô sentindo

Saudade, ô coisinha! As pessoas importantes, só as importantes mesmo, conseguem virar um pedacinho de nós. Um pedacinho da força, um pedacinho da mente, da fraqueza, do corpo, da alma, de tudo. Então quando alguma desta se vai, se afasta, faz doer. E machuca mesmo, é um pedaço, lembra? Só não dá pra ver.
Eu já cansei, vou fingir que não falo português. Talvez assim eu possa dizer "sinto falta de você". Porque por mais que pareça capricho (e até é), a 'saudade' dói bem mais.

Por: Bia Mendes

sábado, 16 de maio de 2009

Deixe

Deixe-me estar sempre ao seu lado.
Para poder me sentir realizado.
Deixe-me tocar a sua mão.
Para poder respirar e ao seu ar suspirar.
Deixe-me tudo esquecer.
Para poder lembrar de você.
Deixe uma flor na minha vida morrer.
Para outra poder nascer.
Deixe me apaionar por você.
Para eu sempre lhe dizer.
Que amo você.
É isso que eu quero dizer...
Deixe-me namorar com você.
E nunca me deixe lhe esquecer.
Por: João Ricardo Sena (convidado)

sábado, 9 de maio de 2009

Tempo, mundo


Como o mundo é um ovo! Sempre uso esta expressão, mas estou bem perto de mudar para "o mundo é uma azeitona", só não digo que é uma ervilha porque elas não me agradam.
Eu estudo no meu bairro mesmo, moro aqui desde que nasci, e meus pais a mais tempo ainda. Aconteceu que na minha reunião escolar, minha mãe encontrou um homem, que provocou choque, choque mesmo. Acho que foram mais de 5 minutos para que ela caísse em si. O tal do homem estava um pouco acima do peso, era moreno e tinha cabelos brancos.
Minha mãe me explicou, depois do tempo em que ficou olhando, confirmando que tava vendo coisa certa. Segundo ela, este homem fora namorado da minha tia em
vidas passadas - vidas passadas porque isso foi há 26 anos, só Jesus! - e engraçado é que os dois eram magrinhos, na mesma época em que minha mãe era hippie e usava uma blusa de crochê abaixo do joelho.
Hoje os dois (minha tia e o tal homem) estão casados, com suas famílias. Ela teve uma filha, ele teve três. A propósito era na reunião da filha dele que ele estava, uma colega minha de classe.
Estas coisas são comuns, normais, eu sei. Mas me anima estas histórias passadas, a relação das pessoas, momentos, tanta coisa. O tempo passou, eles passaram, está passando. Passamos.

Por: Bia Mendes
Brincadeirinha com a imagem(montagem descarada!): Bia Mendes

sexta-feira, 8 de maio de 2009

SEM CONTATO


Eu queria poder nunca mais lembrar, daquilo ou de quem me faz chorar. Queria arrancar, puxar, executar e exterminar, aquela que vem me visitar sem avisar. Se ela me avisasse, me preparasse, sua presença até que ainda seria querida; mas não, não quero essa mão, mão essa que vem me acariciar, me enganar, justo naquele momento. CARÊNCIA.
Vai entender, uma alma fraca como essa, que no foito alto, em grande sintonia, se rebela e se desconfigura. Por que? Vai entender...
Era para ser simples, era para ser apenas momentos, mas se torna um grande fardo. Pesado. Inconsistente. Inconsciente. Amargurado. Sem contato.

Por: Ricardo Rodrigues (convidado)

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Ahh, paixão!

As pessoas não sabem me dizer várias coisas. Uma delas é: por que nos apaixonamos por alguém?
Sobre o amor todos concordam, define-se, bem genericamente, em proteção. Já a paixão não, ninguém sabe. Uns falam: os opostos se atraem. Outros: é quando vemos afinidades com alguém.
Mas, poxa, se a das afinidades fosse verdade, como se atrairiam os opostos?
"- Oi, eu sou Givêncio, reservado, exigente, egoísta. Mas tomo banho todos os dias, e como também.
-Oi, Givêncio. Sou Gumercinda, adoro me comunicar, sou bem expansiva, não exijo muito e gosto de dividir as coisas. Mas, bah, também como. E, banho?! Caramba, quanta coincidencia!"
Coitados! Seria um Deus nos acuda. Eu não sei dizer porquê é que nos apaixonamos, mas que não há padrões quando se trata de sentimento, é evidente. Posso me apaixonar pelo Zé, tímido como eu, engraçado. Como pelo João, falante, chato. O Joaquim, o Severino, a Joaquina, o Petrúquio. Os corações batem quando acham melhor. E o meu, por favor, na próxima vez não esqueça de avisar.


Quanto a você, o que me diz sobre a paixão?


Por: Bia Mendes

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Antes e depois do corte

O medo foi tão grande quanto o cabelo, fiquei muito aflita, comecei a pensar no porque de cortar o cabelo “seria só para mudar” pensei. Mesmo assim veio o grande medo de não ficar bom. E se ficar ruim? O que eu faço? Nada..rs ou usar um boné, toca ou até mesmo um chapéu. Sentei na cadeira e disse “Corta na altura do ombro” a cabeleireira retrucou “ tem certeza?” disse que sim, então ela começou a cortar, cortar e cortar, quando ela terminou coloquei a mão e senti o quanto ela tinha cortado. Uuuu, corri pro espelho pra ver como havia ficado “UAU, amei”. Ficou maravilhoso, todos que me viram disseram, nossa que lindo que ficou. “Realmente ficou maravilhoso.”

Por: Natália Barbosa

domingo, 3 de maio de 2009

Viramos na Virada

Eita, fomos para a virada! Um evento que acontece aqui na cidade de SP. Chegamos na Avenida São João era meia noite. O estranho é que no caminho o ônibus lotou, enquanto as ruas estavam vazias. Vazias de tudo, carro, passantes. Tudo.
Mas não, a cidade não havia parado, acredito que as pessoas estavam curtindo os espetáculos espalhados pela cidade. Foram 24 de festa, chegamos um pouco tarde, vimos o show em homenagem ao Tim Maia, as 3, e ficamos até a hora do Cordel do Fogo Encantado, que foi muito bom. Voltamos pra casa, descansar e voltar para assistir a Maria Rita. Alguns, pelo cansaço, acabaram ficando em casa. O show da Maria foi ótimo, arrepiamos, gritamos, dançamos.
Eu, Bia, ia encontrar com uma amiga que mora em outra cidade. Como é engraçado essa coisa do desencontro, o 'onde'. Não a encontrei, mas provavelmente num intervalo de 20 minutos nós devemos ter passado pelo mesmo lugar, ou até menos tempo, mais, enfim.

PS. Bi, Duda, Rike, Pri, Zah, Ricardo. Foi bom.


Por: Bia Mendes e Natália Barbosa